terça-feira, 24 de Novembro de 2009

As 4 Esquinas

Viseu
Quando viajo, o tempo que gosto mais é quando chego a uma cidade que não conheço, deposito a mala onde vou ficar e saio. Só com uma caneta e um caderno. Ontem em Viseu, apesar de já conhecer a cidade, senti-me assim naquelas horas que estava à espera de boleia.
Eduardo Salavisa in Desenhador do Quotidiano

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segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

"Geografia do Quotidiano. A Cidade de Viseu no Séc. XVI"




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sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

João Pais

O João é filho do Tó Pais, amigo de muitos e bons momentos de quase todos nós.

noticia Jornal do Centro de 19-11-2009

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terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Aquilino Ribeiro

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sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Armando, Boa Sorte

Não posso criar a ilusão
que não deixas saudade.
Seja por meu egoísmo,
ou pela tua pura amizade.
Por te conhecer tão bem, sei que,
trilharás solitário o teu caminho.
Voarás sem dor mostrar
Assobiando como ave sem ninho,

Da vida temos um passado,
Com o futuro presente
São poucas estas amizades
Que duram para sempre.

Mais um Barão emigrante
Sorrindo a cada instante
Apesar de metade estar ausente
A outra connosco fica presente.
Vitor Santos

Armando
Na hora de partires para uma nova etapa da tua vida os Barões da Sé desejam-te as maiores felicidades e torcem por ti.
Força amigo.
Um abraço

P.S. Agasalha-te

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quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Centro Histórico

O centro histórico de Viseu começa a ser "repovoado" de famílias e serviços. Organismos municipais, algum comércio e moradores começam agora a deslocar-se para o casco velho que tem vindo a ser recuperado, "para inverter a desertificação" que ameaçava o desenvolvimento económico-social da zona da cidade, sendo o funicular um instrumento importante. A Câmara Municipal de Viseu sabe que os proprietários dos edifícios na zona histórica são, maioritariamente, idosos e na grande maioria com fracos recursos. Alexandre Pinto, porta-voz do grupo de cidadãos de defesa do centro histórico, aplaude as iniciativas mas espera que as mesmas "sejam integradas como forma de se conseguir reabilitar uma zona que tem estado degradada e abandonada", conclui. Rui Macário, alfarrabista com loja no centro histórico, lembra que "o esforço tem sido feito e já se vêem mais pessoas. Agora cabe aos viseenses aproveitar e ganhar este hábito de vir à cidade velha".
Dinamizar o centro histórico era um dos objectivos do novo equipamento da cidade, em funcionamento há cerca de três semanas. Comerciantes e população reconhecem a mais-valia criada. Já viajaram mais de sete mil pessoas
Funicular ou engenho mecânico - o nome pouco importa aos viseenses que desde a sua entrada em funcionamento têm aderido ao novo meio de transporte que liga a Cava de Viriato ao centro histórico vencendo de forma cómoda a íngreme subida da Calçada de S. Mateus.

No casco velho os comerciantes reconhecem a mais-valia do funicular. Só nas primeiras duas semanas de funcionamento este meio de transporte não poluente largou mais de 7 mil passageiros no centro histórico, zona da cidade que necessita de revitalização, sendo um dos objectivos do equipamento contribuir para a dinamização.

O funicular, que pretende ser "um ex-líbris da cidade, irá continuar a manter as viagens gratuitas nos próximos quatro anos se o objectivo de levar mais gente ao centro histórico se continuar a verificar", salienta o presidente da câmara de Viseu. Fernando Ruas adianta que "em discussão está também o alargamento do horário para o período nocturno, bem como a frequência das viagens".
O funicular funciona entre as 08.30 e as 19.30 com viagens de 15 em 15 minutos ao início da manhã, almoço e final da tarde. No restante período passa de meia em meia hora.
O equipamento composto por duas carruagens, com capacidade para 50 pessoas cada, representa um investimento de 5,3 milhões de euros, inserido no programa Polis. Durante os dias de semana, o movimento ainda é reduzido mas aos fins-de-semana a viagem faz-se quase sempre com carruagens cheias.
O funicular demora cinco minutos a percorrer o trajecto até ao alto, já na colina da Sé. Nuno Loureiro, operador do funicular, conta que "todo o funcionamento é feito a partir do posto de comando, sendo que quem faz andar os dois funiculares são os operadores. O condutor apenas trava e verifica o trajecto". As carruagens lembram o comboio, com varões e bancos iguais. Até no barulho que fazem ao passar nas linhas.
Não há um que saia antes do outro - os dois funiculares partem ao mesmo tempo e terminam a viagem cinco minutos depois. Cruzam-se na Rua de Serpa Pinto e obrigaram à semaforização do trajecto. "Prioridade ao funicular" é a nova indicação de trânsito. A saída é em velocidade reduzida, seguida de um momento de aceleração e, ao aproximar-se das paragens, a lentidão instala-se, evitando solavancos ao parar. "É muito bom para as pessoas idosas que têm dificuldade em andar por caminhos íngremes", conta António Macieira, de S. Pedro do Sul e que se deslocou a Viseu para comprar equipamentos para a lavoura. "Com o comboio chego lá acima num instante."
Criticado por alguns, elogiado por muitos, o funicular é tema de conversa nas ruas da cidade para quem os cinco milhões de euros que custou "são um investimento exagerado e que não vai ter utilidade", comenta António Pedro sentado na esplanada da Pensão Viriato.
No casco velho, durante anos ao abandono, o funicular já se encarregou de desmistificar as críticas. Diz Gualter Mirandez, presidente da Associação Comercial de Viseu, que "aos fins-de-semana há mais afluência no centro histórico. Os restaurantes servem mais refeições e lanches".
Gualter Mirandez revela que "são pessoas que deixam as viaturas no Largo da Feira, fazem a visita ao centro histórico e acabam por ficar mais tempo e passear nas lojas", conclui.

in Diário de Noticias de 10-11-2009

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domingo, 8 de Novembro de 2009

Paulo Pinho

O pediatra luso-americano Paulo Pinho foi distinguido em Nova Jérsia (EUA) como o “médico preferido das crianças”, mas orgulha-se de cuidar também dos pais e de seguir quatro gerações da mesma família. “É uma honra. Gosto de saber que estão satisfeitos com o meu trabalho”, referiu.

Paulo Pinho nasceu há 35 anos nos Estados Unidos, onde se licenciou em Medicina, e abriu há três anos a clínica PASE Medical. Numa pesquisa elaborada pela revista ‘New Jersey Family’ sobre os médicos preferidos, o luso-americano foi o escolhido na especialidade de pediatria. “Cerca de 60% dos utentes são portugueses. Por causa da língua e por ser de origem portuguesa. Entendo a cultura e a maneira de viver”, disse o médico.

Atento à grande procura de utentes portugueses, Paulo Pinho tem funcionários que dominam o português. Filho de pais naturais de Viseu, o luso-americano fala fluentemente português graças à Escola Portuguesa que frequentou. “O meu pai era professor e a minha língua primária foi o português”, disse. Os seus dois filhos também falam português e até a mulher, descendente de italianos, aprendeu a língua.

in Jornal Correio da Manhã de 08-11-2009

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sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Alves Martins


Livro "Viseu de Encanto e Figuras Ilustres do Passado" da autoria de Fernando de Abreu

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quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Campo Futebol 7 - Fontelo

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João de Barros

Livro "Viseu de Encanto e Figuras Ilustres do Passado" da autoria de Fernando de Abreu

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segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Vasco Fernandes


Livro Viseu de Encanto e Figuras Ilustres do Passado da autoria de Fernando de Abreu

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sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Pombos mortos no Centro Histórico


in O Inimigo Público de 30 de Outubro de 2009

Câmara Municipal de Viseu

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quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Rancho prato típico no mapa nacional da gastronomia

O rancho de Viseu (prato típico) "vai ser conhecido" e "entrar no mapa nacional da gastronomia tradicional". O desejo foi ontem manifestado pelo presidente da Câmara de Viseu durante a apresentação da "Rota do Rancho", uma iniciativa que vai durar três dias e em que o ingrediente principal é o prato típico que vai estar a ser confeccionado em 22 restaurantes da zona histórica de Viseu. De amanhã a domingo, além da gastronomia, o centro histórico da cidade vai ainda ser palco de muita animação com a comemoração do Halloween.
A "Rota do Rancho" tem dois objectivos primordiais. Segundo o presidente da autarquia, que se associou à Associação Comercial do Distrito de Viseu nesta iniciativa, a primeira é a da "recuperação desta iguaria". "À semelhança de outras cidades, como por exemplo o Porto e as tripas, também Viseu tem o seu prato típico que deve ser promovido", salientou Ruas.
O segundo objectivo prende--se com "a realização de eventos apelativos" que levem as pessoas ao centro histórico.
"É importante ter um inventário de realizações para o centro histórico", disse o autarca, lembrando que são já várias as iniciativas que estão a "criar raízes", como por exemplo, a Semana Santa, as feiras à moda antiga, etc. Fernando Ruas aproveitou para dizer que a "fórmula" para dinamizar esta parte da cidade está a "aparecer".
"É importante dotar o espaço de vida, um lugar onde se possa viver, mas que também tenha uma panóplia de coisas com interesse", frisou, sustentando que o funicular tem "dado uma ajuda. "Desde que começou a sua circulação - há um mês - já foi utilizado por mais de 18 mil pessoas".
Uma "adesão positiva", salientou por seu lado o presidente da Associação Comercial. Para Gualter Mirandez, os "resultados já são visíveis".
"Aos sábados à tarde e domingos, há mais gente no centro histórico, uma evidência constatada pelos empresários da restauração", sustentou.
O presidente da Associação frisou ainda, a propósito da Rota do Rancho, a "boa adesão dos restaurantes" à iniciativa, estando "reunidas todas as condições para que esta iniciativa seja um êxito e continue nos próximos anos".
A festa da "Noite das Bruxas" também se associa a esta iniciativa, tendo direito a programação especial. Além de um concurso de montras, vai haver, na noite de 31 de Outubro, um baile de máscaras na Praça D. Duarte e animação com grupos de teatro de rua.
Texto do Diário de Viseu de 29 de Outubro de 2009

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